É preciso que tudo seja
destruído
Corrompido
Desestruturado
Até atingir as vésperas da
ignomínia
Ainda ungida de verdade sã
Para que as verdadeiras
forças
Façam cócegas
E te engolfem no rodamoinho
do mundo
Só o prazer vindo do
brincar de Seus dedos
Em teu ser
Antes mesmo da corrida
Em câmera lenta
Já valeria o esforço
De toda a dor despendida.
﴿﴾