É preciso que tudo seja destruído
Corrompido
Desestruturado
Até atingir as vésperas da ignomínia
Ainda ungida de verdade sã
Para que as verdadeiras forças
Façam cócegas
E te engolfem no rodamoinho do mundo
Só o prazer vindo do brincar de Seus dedos
Em teu ser
Antes mesmo da corrida
Em câmera lenta
Já valeria o esforço
De toda a dor despendida.



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Corrida Caramújica