junho 2012

EmboRa
todos Os PÂNtanos
sejaM
fantasmAGóricos
dia & noite,
tODas as florestas
 à nOIte
assumEm
aRes   pantanais.

Os que olham de baixo dizem:
«Aonde ele pensa que vai?»
Os que olham de cima dizem:
«De onde ele pensa que vem?»
Os que olham no mesmo ângulo
não dizem nada,
pois estão só se divertindo!

A pRé-história
e
a
hisria 
são
apenas pré-textos
(paNo dE funDo?)
para O texto
cujo 
personagem principal, 
primevo 
&
Primitivo
é cada um 
dE
nóS
dentro 
de suA
prÓpria
hisTória. 



Tenho medo de que te vás
E me deixes impuro
Neste mar de sentidos obtusos
Quero-te em mim
Como presença constante
Sem necessidade de subterfúgios
Sinto-me perdido sem ti
Sugado pelo cruzamento
Entre pensamento e imagem
Cruzamento sem intersecções
Onde habitas
Neste lugar nenhum
Em que tudo se dá
Fica comigo
Numa ida e volta menos longa
Não tentarei prendê-la
Com a ilusão do poder
Com a confusão do pensar
E...

Pois, não?

Para Gabriel

Depois do extenso,
Agora,
O sintético
Admirável Mundo Novo
De anjos dos céus...
Dos mitos, dos ritos, dos gritos
Surgem pelos cantos
Flores de anis
De bálsamos fantásticos
De tríades bombásticas
De luas e astros
Asteroides
Planetoides
Galáxias completas
Dançam na Ogiva dos Céus!






Eusou . . . 
xifópago . . 
demimmesmo.






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