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Gotas de sangue caem do Grande Cálice
Um sabor de culpa consentida
Vigor morto de uma glória em brindes de ser anunciada
Não mais dentes caninos devoram os brancos pescoços
Mas idéias tortas que se encaixam nas veias humanas
Em vias de putrefação
E sugam o sangue podre
Estalam a língua
E se prostram satisfeitas
Com as suas coisas fálicas
Já em ereção
