Se no encanto do chegar
Me fossem dadas escolhas
Escolheria o oco na multidão
O canto protegido no meio do mundo
Onde vislumbrasse os movimentos
E que a casca de meu ovo
Fosse apenas quebrada
Quando um sorriso surgisse
Inesperado do Outro
E juntos escolheríamos
O perder-se na turbina que gira
Ou o condensar-se no vácuo do claustro.

Sobre turbinas e claustros