Senhor, fazei-me instrumento de vossa consciência.

Onde houver ódio, que eu leve a consciência do ódio;

Onde houver ofensa, que eu leve a consciência da ofensa;

Onde houver discórdia, que eu leve a consciência da discórdia;

Onde houver dúvida, que eu leve a consciência da dúvida;

Onde houver erro, que eu leve a consciência do erro;

Onde houver desespero, que eu leve a consciência do desespero;

Onde houver tristeza, que eu leve a consciência da tristeza;

Onde houver trevas, que eu leve a consciência das trevas;

Ó Mestre, fazei que eu procure mais

Entender a ação das forças em mim, que tentar controlá-las;

Compreender o que está dentro, para compreender o que está fora

Amar a mim mesmo para que possa ser amado

Pois é livrando-nos da culpa que perdoamos a nós mesmos

É morrendo em vida que se vive a eternidade.
 
 "Valdenir Gonçalves"

Rio São Francisco e Seus Afluentes