Ela não tinha pernas
Apenas dois cotocos
Escondidos embaixo da saia suja.
Ao lado do corpo sentado
Quase deitado
Uma latinha.
Cobrava barato
A quem quisesse levantar a sua saia
E penetrá-la
Mas se além do sexo
O cliente desejasse a vida
O preço era outro
Nesse caso,
Ela voltava a atenção para o seu próprio corpo
E bebia com a sua boca interna
Todo o sêmen jorrado
E enquanto o homem a possuía
Quase sempre animalesco
Desgrenhando ainda mais
A sua juba despenteada
E com nojo de seus cotocos
A roçarem em suas pernas inteiras
Ela previa o seu futuro
E limpava o seu passado
E não cobrava nada.

Divina Puta ou Prostituta Oracular